UM LIVRO, UMA HISTÓRIA – Charles Bukowski.

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Disclaimer

Às vezes, estar no lugar que você não quer pode render coisas boas. Basta estar disposto a aproveitar.

A História

Janeiro de 2014. Talvez nenhum mês, e nenhum ano tenham sido tão pesados, sombrios e opressores comigo.

Barra pesada total. Idas e vindas entre São Luís e Barra do Corda. De Ônibus. Não, de Marsoltur. Tudo de pior que você pode esperar de uma viagem de 500 km, pra começar que ela começa na Rodoviária de São Luís.

Não há nada que faça referência ao conceito de dignidade na Rodoviária de São Luís. Os banheiros não são bons. As lanchonetes não são boas. As acomodações são péssimas. E eu não era muito melhor que isso, ou pelo menos não me sentia assim naqueles dias.

Mas tudo que eu tenho a falar de ruim sobre a Rodoviária de São Luís acaba quando eu lhes digo que lá havia uma banca de revistas. Que vendia pocket books…

Ah, que invenção formidável. Primeiro, são baratos (alguns nem tanto, mas há boas opções). Segundo, eles valorizam os clássicos e nos permitem encontros com livros que desprezávamos no passado e terceiro, eu precisava muito de um livro!

O(S) Livro(S)

O primeiro

Charles BukowskiFicha técnica: O capitão saiu para o almoço e os marinheiros tomaram conta do navio. Charles Bukowski; tradução de Bettina Gertum Becker. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2013 (reimpressão). [ISBN 978-85-254-1210-2]

Conhecia Bukowski apenas pela sua fama. Foi apenas uma questão de bater o olho e querer o livro.

A experiência foi excelente, e se seguiu à compra de outros 3 volumes da L&PM do mesmo autor, além de mais outros tantos nas viagens seguintes. Curiosamente, quando não precisei mais fazer essa tal viagem, parei com livros de bolso (afinal, eles são legais, mas nem tanto!).

José Wilson Carvalho de Mesquita

José Wilson Carvalho de Mesquita, hoje mais conhecido por Will, até pela própria mãe. Esse Maranhense de São Luís tem 34 anos (10/11/1980), é casado e sem filhos ainda. É farmacêutico de formação e biólogo de coração. O culpado pelo vício em leituras é a sua mãe (formada em letras) e uma verdadeira traça. Lembranças da infância associadas com estantes cheias dos mais diversos volumes e estilos. Hoje, curte um pouco de tudo, mas é obcecado com Bernard Cornwell & George Martin.

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