8ª Tiragem – 1808

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1808

 

Podcasters: Host do episódio: Valesi, Mateus Ferreira, Rafael Botter, do Blog Livreando e Rubens Netto, do Boletim do Paddock.

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Troféu Prefácio:

O nosso Troféu Prefácio vai para Alessandra Souza.

Quais livros você amigo ouvinte/leitor indicaria aos podcasters? Quem sabe não usamos a sua dica nas próximas tiragens!

 1808

LIVRO DO DIA: 1808 – Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil

 

Por quê escolhemos este livro?

Ouçam!!!!

 

Qual livro que cada um de nós tem/leu?

  • Mateus e Valesi: terceira edição, revista e ampliada. Globo Livros, 2014; 414 páginas;
  • Rubens: primeira edição, Editora Planeta do Brasil, 2007, 414 páginas;
  • Rafael: Igual ao do Rubens, porém com um “plus” a mais o DVD.

 

Qual a expectativa antes de ler o livro?

Ouçam!!!

 

laurentino

 

 BREVE BIOGRAFIA DO AUTOR:

 

Paranaense de Maringá e seis vezes ganhador do Prêmio Jabuti de Literatura, Laurentino Gomes é autor dos livros “1808”, sobre a fuga da família real portuguesa para o Rio de Janeiro; “1822”, sobre a Independência do Brasil; “1889”, sobre a Proclamação da República; e “O caminho do peregrino” (em coautoria com Osmar Ludovico).

O livro “1808” também foi eleito o Melhor Ensaio de 2008 pela Academia Brasileira de Letras e publicado em inglês nos Estados Unidos. Ao todo, suas obras já venderam mais de 2 milhões de exemplares no Brasil, em Portugal e nos Estados Unidos.

Graças à repercussão dos seus livros, o autor já foi eleito duas vezes pela revista Época como um dos cem brasileiros mais influentes do ano. Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná, tem pós-graduação em Administração na Universidade de São Paulo. É membro titular da Academia Paranaense de Letras.

Siga Laurentino Gomes no twitter: @laurentinogomes visite seu site no seguinte endereço LaurentinoGomes.com.br ou o seu blog no seguinte endereço LaurentinoGomes.com.br/Blog.

Em maio de 2015, anunciou uma nova trilogia, que abordará a escravidão no Brasil. O primeiro dos três livros deverá ser lançado em 2019, e o último, em 2022.

 

TOMO UM: SEM SPOILERS

 

 avance uma casa

 

spoiler-alerta

 

TOMO 2 – SPOILERS FREE

 

Heródoto, o pai da História, em relevo esculpido por Jean-Guillaume Moitte em uma das paredes do Museu do Louvre
Heródoto, o pai da História certa vez disse no bar do Juarez que “Não existe spoiler de história!” “Spoilers de 200 anos de história? Este vai direto!!!” Heródoto, em relevo esculpido por Jean-Guillaume Moitte em uma das paredes do Museu do Louvre. Foto: Marie-Lan Nguyen / Wikimedia Commons

 

Curiosidades:

  • João tinha medo de siris, caranguejos e trovoadas. Durante tempestades no Rio de Janeiro, ficava escondido em seus aposentos. Quando foi picado por um carrapato, ao inflamar ficou com febre e o médico recomendou um banho de mar, D. João, com medo de caranguejos, mandou encherem uma banheira com água do mar.

Personagens marcantes:

  • João VI (o príncipe Medroso): assumiu a regência do Reino no lugar da mãe, Dona Maria, por problemas psiquiátricos, em meio às crises conjugais com a esposa, Carlota Joaquina, resultado de um casamento que revela-se meramente político, Dom João tem o desafio de transferir a Coroa para Brasil e mantê-la estável e assegurar o domínio sobre a nobreza;
  • Napoleão Bonaparte: “Vendaval que varreu a Europa”, ao decretar o Bloqueio comercial à Inglaterra, impulsionou a transferência da Corte para o Brasil;
  • Carlota Joaquina: Mulher de D. João, casaram-se por interesse de suas famílias, tinha a fama de ser muito feia, possuía um gênio muito forte e pretendia sempre impor suas vontade;
  • Maria de Portugal (a Rainha louca): Rainha de Portugal desde 1777, católica, assim como toda a Família Real, chegou ao Brasil em 1808 contra a própria vontade;
  • Luiz Joaquim dos Santos Marrocos: arquivista da biblioteca real, considerada uma das mais extraordinária da Europa, cartas enviadas em especial ao seu pai que permaneceu em Portugal foram usadas nas pesquisas do auto;
  • Luiz Gonçalves dos Santos “Padre Perereca”: o melhor e mais detalhado repórter dos acontecimentos de 1808 à 1821, quando a corte retornou a Portugal.

Contracapa:

  • Outtakes;

Músicas utilizadas no programa (Creative Commons – Jamendo):

  • MC Handel Concerto For Organ And Orchestra 13
  • Sinfonia n.º 5 em Dó menor Op. 67 de Ludwig van Beethoven
  • The Dust Bowl – Diamond Eyes
  • Kinematic – Louder
  • Michael Ellis – Half a Million  (Tell me what it’s like)
  • Steady Hussle – Stick Around
  • Great White Buffalo – Off The Rails
  • Convey – Colorblind

Feed do Edição Rápida: http://feeds.feedburner.com/EdicaoRapida

Nau

 

Carlos Eduardo Valesi

Valesi é um leitor onívoro, daqueles que não perdoam sequer bula de remédio ou rótulo de desodorante. Exemplar pré-cambriano desta estirpe, adora cheiro de livro, nunca leu um e-book, vai a livrarias e já teve carteirinha da biblioteca pública. Pertence, portanto, a uma raça em extinção. Quando não está lendo é médico e um apaixonado por rock que mora em Curitiba.

4 comentários em “8ª Tiragem – 1808

  • 30 de dezembro de 2015 em 19:46
    Permalink

    Oi… pessoal convite aceito …. no episódio passado fui trolada…rsrsrs…
    Diga – se de passagem fiquei o dia todo sem escrever esperando que alguém fosse o primeiro mas os ouvintes ficaram acanhados…
    Qto ao excelente episódio… tive um professor chato tb mas ainda assim amava história como Rubens foi uma professora( mas com nome de Iraquenes acho que era parente de algum índio), bom ela que me incentivou a fazer faculdade Direito e amo a história do Brasil e o fato da corte brasileira da o “Tomé ” em Napoleão…

  • 3 de janeiro de 2016 em 21:20
    Permalink

    O áudio estava um pouco baixo. Tive que colocar o fone. Aí o povo ficou me olhando estranho quando chorei de rir das naus portuguesas estilo pica pau desce a catarata.

    O capítulo mais interessante pra mim foi o que falou sobre a vida dos escravos no Rio de Janeiro. Mas todo o livro tem o mérito de apresentar a história de maneira interessante. Eu sempre gostei de História, por mais que livros e professores tentassem torná-la chata.

    O Laurentino foi bem criticado na época do lançamento, mas ele abriu o caminho para bons livros de divulgação escrito por historiadores.

    Ah, feliz ano novo, galera!

  • 4 de janeiro de 2016 em 10:49
    Permalink

    Alessandra, acredito que o caminho para a maioria das estudantes de direito se inicia nas aulas de história, o que é fantástico, pois se inciasse nas aulas de química seriamos auxiliares dos nossos clientes!!!

    Aline, feliz ano novo para você espero que continue com a gente em 2016! 1808 é um livro surpreendente, mesmo em seus capítulos que não favoritamos estes são indispensáveis para um melhor entendimento da transição de Brasil Colonia para Brasil Império, eles nos dá uma dimensão bem maior que outras doutrinas de história do Brasil não nos confere!

  • 13 de janeiro de 2016 em 15:02
    Permalink

    Olá amigos! Muito legal lembrar desse clássico através do programa de vocês! Parabéns! Quero deixar dois comentários sobre o assunto:
    – o Bo77er tinha um grupo de WhatsApp sobre História, em que vários estudantes de História participavam. Foi muito interessante testemunhar o desdém que eles têm pela obra do Laurentino, e toquei o dedo direto na ferida: eles não desprezam o Laurentino por ele ser jornalista, e sim porque ele não cria conspirações marxistas para justificar o atraso do Brasil.
    – concordando com a Aline que comentou acima, eu achei o tema mais marcante de longe a escravidão e o comércio de escravos. O Brasil se lambuzou nessa chaga, que nunca foi totalmente curada, basta presenciar como setores mais tradicionalistas das elites de algumas regiões de comportam…
    abração a todos!
    Carlos Del Valle

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