13ª TIRAGEM – O Rei de Amarelo, um livro de Robert William Chambers

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Podcasters:  Valesi o host do episódio, Mateus Ferreira, Rubens Netto do boletim do paddock e Will Mesquita do Papaya Orange.

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LIVRO DO DIA: O Rei de Amarelo – Robert William Chambers

Por quê escolhemos este livro?

Ouçam!!!!

 

  •  Qual livro que cada um de nós tem/leu?
    • Valesi,  Will, Mateus e Rubens – 01ª edição de 2014 da Editora Intriseca com 256 páginas, introdução de Carlos Orsi, tradução de Edmundo Barreiros e revisão comentada de Carlos Orsi, ilustração de Zlayerone;
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Capa da 01ª edição de 2014 da Editora Intriseca
  • Qual a expectativa antes de ler o livro?

 

BREVE BIOGRAFIA DO AUTOR:

 

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Robert William Chambers

Nascido no Brooklyn, no ano de 1865 Chambers havia sido pintor e ilustrador, colaborando com importantes revistas americanas. De 1886 a 1893, estudou arte na Escola de Belas-Artes e na Académie Julian em Paris. Antes de se tornar escritor, teve suas ilustrações usadas nas revistas Life, Truth e Vogue.

Há algo de autobiográfico, pode-se imaginar, nas descrições da vida boêmia dos jovens artistas do Quartier Latin que compõem o pano de fundo de boa parte desta coletânea.

O Rei de Amarelo foi um sucesso no lançamento, e hoje é a única obra de Chambers ainda lembrada por leitores e crítica.

Entre os estudiosos da literatura fantástica, há quem o considere o volume mais importante publicado por um autor americano entre o tempo de Edgar Allan Poe (1809-1849) e o surgimento dos primeiros modernos, como os de H. P. Lovecraft (1890-1937).

No entanto, embora O Rei tenha sido bem-recebido na estreia, não foi como autor de histórias de fantasia e terror que Chambers conquistou fama e fortuna ainda em vida: o maior sucesso veio de uma série de romances água com açúcar, obras comerciais, escritas para satisfazer o gosto de moças românticas. O crítico S. T. Joshi diz que o melhor termo de comparação, na literatura contemporânea, são os romances publicados em profusão pela editora Harlequin para o público feminino. Joshi destaca outra coletânea de contos de Chambers como digna de nota, The Mystery of Choice, de 1897, que também inclui contos fantásticos e pouco mais.

The king in yellowSua obra romântica, composta de dezenas de volumes (Chambers escreveu 87 livros, entre 1894 e 1933), foi um fracasso de crítica — as personagens femininas eram “o que os homens gostariam que as mulheres fossem, não mulheres de verdade”, de acordo com um comentarista — e, a despeito do sucesso de público (dois desses livros chegaram a ser best-sellers, com mais de duzentos mil exemplares vendidos), desapareceu na obscuridade. Com o dinheiro dos livros ele se instalou em uma mansão confortável em Nova York. Gostava de caçar, pescar, colecionava borboletas, arte oriental e livros raros. Morreu em 1933, já quase esquecido como autor.

Apesar de ser um artista prolífico, Chambers tornou-se conhecido por O Rei de Amarelo. A coletânea é um importante marco da literatura mundial e influenciou autores como H. P. Lovecraft, Raymond Chandler, Stephen King, Neil Gaiman, entre outros.

Muitos críticos lamentam que Chambers tenha sido, de certa forma, um escritor superior à própria obra: um homem que, com algum esforço, poderia ter criado um legado literário muito superior ao que realmente produziu. É como se o sucesso comercial de seus romances baratos tivesse sufocado o gênio que se vislumbra em O Rei de Amarelo.

 

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TOMO UM: SEM SPOILERS

 

Sinopse

 

‘O Rei de Amarelo’ é uma coletânea de contos de terror fantástico publicada originalmente em 1895 e considerada um marco do gênero. Influenciou diversas gerações de escritores, de H. P. Lovecraft a Neil Gaiman, Stephen King e, mais recentemente, o escritor, produtor e roteirista Nic Pizzolatto, criador da série investigativa True Detective cujo mistério central faz referência ao obscuro Rei de Amarelo.

yellow-king-and-vist-carcosaO título da coletânea faz alusão a um livro dentro do livro – mais precisamente, a uma peça teatral fictícia – e a seu personagem central, uma figura sobrenatural cuja existência extrapola as páginas. A peça ‘O Rei de Amarelo’ é mencionada em quatro dos contos, mas pouco se conhece de seu conteúdo. É certo apenas que o texto, em dois atos, leva o leitor à loucura, condenando sua alma à perdição. Um risco a que alguns aceitam se submeter, dado o caráter único da obra, um misto irresistível de beleza e decadência. Esta edição reúne, além dos contos do Rei, seis outros que alternam entre o sobrenatural e a realidade, em épocas e geografias diferentes. A introdução e as notas do jornalista e escritor Carlos Orsi, ajudarão novos leitores a mergulhar na bem construída mitologia do autor. (Nota: Sinopse retirada do site da livraria Cultura).

 [1]: As sinopses usadas nestes post foram extraídas dos sites das respectivas livrarias dos quais os podcasters compraram os livros ou os indicaram para compra.

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TOMO DOIS – SPOILERS FREE

  • Contos principais:

 

  1. O reparador de reputações;pelucia_plutoapito_apito
  2. A máscara;
  3. No Pátio do Dragão;
  4. O Emblema Amarelo;
  5. A Demoiselle d’Ys;
  6. O paraíso do profeta;
  7. A rua dos Quatro Ventos;
  8. A rua da primeira bomba;
  9. A rua de Nossa Senhora dos Campos;
  10. Rue Barrée;

Contracapa:

Muitas obras tem sido elaboradas com base na chamada mitologia amarela criada por Robert W. Chambers, assim temo as seguintes;

  • Outtakes:
  • Músicas do episódio:  

 Músicas utilizadas no programa (Creative Commons – Jamendo):

  • The Dust Bowl – Diamond Eyes
  • Kinematic – Louder
  • Michael Ellis – Half a Million  (Tell me what it’s like)
  • Steady Hussle – Stick Around
  • Great White Buffalo – Off The Rails
  • Convey – Colorblind

PokerKing

Rubens Gomes Passos Netto

Netto, popularmente conhecido entre os imigrantes Guaxupeanos treteiros que tocam a zueira no pequeno município de São Paulo, gosta de comprar livros, mais do que até ler estes que já adormecem em suas estantes, ler os livros é algo em que ele acredita não ser necessário depois que os compra, já semeava a discórdia ao aceitar o rótulo de “nerd”, quando em terras tropicais, tal rotulo era algo, um tanto, pejorativo, o que julgava ser maravilhoso, apaixonado por Fórmula 1 e por teorias que não levam a humanidade a lugar algum, salvo se for ao La Chollita.

4 comentários em “13ª TIRAGEM – O Rei de Amarelo, um livro de Robert William Chambers

  • 17 de julho de 2016 em 15:44
    Permalink

    Estava escutando o podcast e quando o Rubens falou que sempre quando aparece algum objeto amarelo no livro acontece alguma coisa, o gato pulou no telhado e eu tomei um susto…
    No começo do podcast eu tinha ficado com vontade de ler o livro, mas com o lance dele ser mal traduzido pesou muito, já sofri com esse tipo de coisa e as vezes realmente estraga a experiência!

  • 3 de agosto de 2016 em 23:47
    Permalink

    Ah Benjamin…. mas tudo bem dessa vez passa…. kkkkkkkkk

  • 3 de agosto de 2016 em 23:48
    Permalink

    Correção ” ahhhh nemmmmm “

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