007ª Tiragem – Os Diamantes São Eternos, um livro de Ian Fleming

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Podcasters: Host do episódio: Valesi, Mateus Ferreira e Rubens Netto, do Boletim do Paddock.

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Troféu Prefácio:

O nosso Troféu Prefácio vai para Troll-faceTrolls everywhere 

 

Quais livros você amigo ouvinte/leitor indicaria aos podcasters? Quem sabe não usamos a sua dica nas próximas tiragens!

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LIVRO DO DIA: 007 – Os Diamantes São Eternos

 

Por quê escolhemos este livro?

Ouçam!!!!

 

Qual livro que cada um de nós tem/leu?

 

  • Valesi: sua primeira experiência a bordo de e-book;
  • Rubens: tem dois livros, o primeiro da Editora Civilização Brasileira, de 1965, Primeira Edição Brasileira e primeira tiragem, tradução de José Laurênio de Melo, capa cinza e um gato que quando o livro era jovem e os olhos os felino brilhavam com o reflexo do sol, 212 páginas e o segundo da Editora Alfaguara | Objetiva, de 2014, o mesmo do Mateus;
  • Mateus: 1ª Edição da Objetiva, 2014, tradução de Roberto Grey, Capa azul com uma pistola recortada, criada pela Retina 78. Revisão de Christiane Ruiz, Ana Kronemberger e Lilia Zanetti, corrdenação de E-book de Marcelo Xavier e a conversão para e-book do Abreu’s System Ltda.

 

 

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Qual a expectativa antes de ler o livro?

Ouçam!!! 

 

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BREVE BIOGRAFIA DO AUTOR:

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Sir Ian Lancaster Fleming

Sir Ian Lancaster Fleming (28 de maio de1908 – 12 de agosto de 1964) foi o escritor e jornalista inglês criador do personagem James Bond, mais conhecido como 007. Fleming nasceu em 1908, filho de Valentine e Evelyn Fleming, em Londres, Inglaterra. Era um aristocrata de nascença: filho de um membro do parlamento inglês do Partido Conservador e neto de um banqueiro escocês. Estudou no famoso Eton College, cursou a Academia Militar de Sandhurst e completou seus estudos nas Universidades de Munique e Genebra, a fim de seguir carreira diplomática. Mas o interesse pelos estudos perdia terreno à medida em que crescia o seu interesse em viver a vida escrevendo. O seu avô, farto da indecisão de Fleming, desistiu de lhe mandar dinheiro e o chamou para trabalhar no banco da família.

Um dia ele largou tudo e foi trabalhar na agência internacional Reuters. Sem o mecenato do avô, abandonou o jornalismo para trabalhar como corretor da bolsa a fim de juntar algum dinheiro. Com o início da Segunda Guerra Mundial, voltou ao trabalho de correspondente no jornal Times, de Londres, e na Reuters, em lugares como Berlim e Moscou. Foi justamente na cidade russa que ele travou conhecimento com a arte da espionagem. Logo depois ingressou no Serviço de Inteligência da Marinha Inglesa, e como seu personagem, chegou ao posto de Comandante.

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James Bond, na concepção de Ian Fleming, definindo em traços o personagem fictício descrito em seus livros.

Quando escreveu seu primeiro livro sobre James Bond, Cassino Royale, em meados de 1953, Fleming cita que seu agente secreto era do MI6, o Departamento de Inteligência do Serviço Secreto Britânico. O nome James Bond veio de um ornitólogo, autor do livro Birds of the West Indies, um estudo sobre os pássaros do Caribe do qual ele gostava muito. Metade ficção, metade um disfarçado guia de espionagem para novatos, Cassino Royale foi inspirado numa fracassada incursão de Fleming pelos cassinos de Lisboa durante a Segunda Guerra Mundial.

O trabalho tornou-se estrutura básica da maioria dos livros de Bond e do seu próprio personagem. Fumante inveterado, usa apenas mocassins, se veste com um alfaiate em Savile Row, é poliglota, adora bebidas e dirigir automóveis em alta velocidade. No entanto, o livro não obteve sucesso imediato. Cassino Royale, cuja primeira edição contou com parcos 4750 exemplares, hoje é item de colecionador. Quarenta anos depois, hoje a obra é peça procurada e paga a peso de ouro. O début de Fleming ainda estava longe de ser uma novela de espionagem, e era cheio de citações literais de relatórios ou explicações de técnicas de jogo de cartas.

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Goldeneye, casa onde Fleming escreveu todas suas histórias de Bond.

 

O livro também era uma espécie de guia para correspondentes estrangeiros cujo conteúdo era dedicado à educação de sua equipe. Naquele mesmo ano, ele se casava com Anne Rothmere, na Jamaica – terra natal da maioria dos livros de James Bond.

Ian Fleming morreu de ataque cardíaco em Kent, Inglaterra, em 12 de agosto de 1964, antes da estréia daquele que seria o mais clássico filme da série do espião, 007 Contra Goldfinger. Seus livros de bolso foram traduzidos em mais de quinze idiomas e são vendidos em edições sucessivas em todo o mundo até hoje.

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TOMO UM: SEM SPOILERS

Os diamantes eram contrabandeados na África, lapidados na Europa e gastos na América. James Bond desvenda uma complicada trama internacional cujos agentes partiam do lema: “Tudo passa, só os diamantes são eternos”. A África misteriosa, as emoções de uma corrida em Saratoga e uma trepidante visita a Los Angeles fazem parte do sensacional roteiro que o leitor percorrerá ao lado de Bond, enquanto o agente secreto de Sua Majestade tenta desbaratar uma formidável gang de criminosos apátridas que agiam em todo o mundo. A volta dos livros de Ian Fleming prova que o escritor inglês foi, sem dúvida, um dos grandes autores deste século, tardiamente festejado por mestres do quilate de Anthony Burgess – um dos maiores escritores ingleses de todos os tempos – e Raymond Chandler, o maior escritor de histórias policiais deste século.

 

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TOMO 2 – SPOILERS FREE

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M ordenou que não fosse postado os spoilers!

Curiosidades:

  • Quarto livro do personagem James Bond escrito por Fleming;
  • A história foi inspirada por um artigo do Sunday Times que o autor leu em um domingo em sua “hacienda” na Jamaica, sobre contrabando de diamantes.
  • Publicado originalmente em 26/03/1956
  • F. viajou no Queen Elisabeth
  • Os Spangs foram os precursores da SPECTRE

Filme completo:

  • Sétimo filme da franquia, o último com Sean Connery. Lançado em 14/12/1971

 

Personagens Marcantes:

  • James Bond;
  • Tiffany Case;
  • “M”;
  • “Q”;
  • Felix Leiter;
  • Kidd e Wind;
  • Ernst Stavro Blofeld;
  • Jack & Seraffimo Spang;

 Contracapa:

  • Outtakes;

 Músicas do episódio

  • The Dust Bowl – Diamond Eyes
  • Pierre Wohl – Rock Instrumental
  • Cabaret Sauvage – Cabaret Sauvage
  • Starfish Stories – Free Rock Instrumental
  • Rendezvous Park – Down part II
  • Jason Pfaff – Movin Blues
  • Guy Berrier – Doubleface
  • Jim Guittard – Blues Instrumental
  • Convey – Colorblind

 

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Rubens Gomes Passos Netto

Netto, popularmente conhecido entre os imigrantes Guaxupeanos treteiros que tocam a zueira no pequeno município de São Paulo, gosta de comprar livros, mais do que até ler estes que já adormecem em suas estantes, ler os livros é algo em que ele acredita não ser necessário depois que os compra, já semeava a discórdia ao aceitar o rótulo de “nerd”, quando em terras tropicais, tal rotulo era algo, um tanto, pejorativo, o que julgava ser maravilhoso, apaixonado por Fórmula 1 e por teorias que não levam a humanidade a lugar algum, salvo se for ao La Chollita.

2 comentários em “007ª Tiragem – Os Diamantes São Eternos, um livro de Ian Fleming

  • 16 de dezembro de 2015 em 09:30
    Permalink

    Como um integrante deste podcast pode trolar um ouvinte…. acho que o Akira vai ter companhia…

    Bom qualquer livro o filme do 007 e intrigante, interessante e principalmente glamouroso, faz nos mergulhar na historia e nos sentir como se estivéssemos ali no salão ou se protegendo dos tiros…. com o livro nos mergulhamos mais ainda pq ali vc não tem a imagem projetada da cena vc cria o ambiente da forma em que autor lhe passa as informações…. também quem não queria ter licença pra matar?!

    sendo suspeita pra falar amei o podcast….

    “esse coisa de hj foi melhor que o trem anterior….”

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